Home Data de criação : 08/11/15 Última atualização : 11/10/17 14:27 / 26 Artigos publicados

VISITE MEU OUTRO BLOG  escrito em sexta 16 julho 2010 16:53

CANTINHO DO LEITOR  (Meu outro espaço)

Poesias que falam de amor, de paixão, de sonhos, de amizade e muito mais...

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 "CANTINHO DO LEITOR"

(ATUALIZAÇÕES: QUARTA E SÁBADO)

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Casal Nardoni é condenado em júri popular  escrito em sábado 27 março 2010 02:16

Por Redação Yahoo! Brasil PUBLICIDADE O juiz Maurício Fossen acaba de anunciar, à 0h27 de sábado, 27, que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram considerados culpados de matar a filha dele, Isabella Nardoni, em março de 2008. As penas estabelecidas são de 31 anos, um mês e dez dias de reclusão para Nardoni e de 26 anos e oito meses para Anna Carolina, por homicídio triplamente qualificado (meio cruel, sem chance de defesa e vítima menor de 14 anos) e fraude processual. Y! Respostas: Comente o resultado do julgamento O julgamento durou cinco dias e foi realizado no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. À 1h desta madrugada os réus foram retirados do fórum. Espectadores exaltados correram atrás do camburão da polícia. Eles são levados ao presídio de Tremembé. O advogado de defesa, Roberto Podval, informou que já recorreu da decisão. Ele disse que não ia conversar com os jornalistas nesta noite por que "o brilho da noite" é do promotor Francisco Cembranelli. Em entrevista coletiva logo após a divulgação da sentença, Cembranelli disse que procurou manter sempre a serenidade durante o julgamento e que achou a pena justa. Debates Com base em uma reprodução cronológica das ligações entre os vizinhos dos Nardoni e a polícia, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008. Já o advogado de defesa, Roberto Podval, trabalhou durante o todo o julgamento com argumentos que tentavam demonstrar falhas na perícia da cena do crime. Depoimentos dos réus Alexandre Nardoni, que permaneceu quieto durante os dias de julgamento, mexendo nos óculos, pondo o dedo na boca e ouvindo atentamente as testemunhas que o acusaram de matar a filha Isabella, de 5 anos, foi interrogado na quinta-feira durante cinco horas. "Aquilo para mim foi o pior dia, perdi o que tinha de mais valioso na minha vida", afirmou o réu. Logo que começou a ser ouvido, às 10h45, Nardoni fez um pedido ao juiz: queria virar a cadeira para depor olhando os jurados. O pai da menina atirada pela janela em março de 2008 começou o relato afirmando que a denúncia da promotoria era "falsa". O acusado descreveu o que se passou na noite do crime. Depois, chorou ao dizer que perdeu a coisa mais preciosa de sua vida. "Eu, que briguei tanto para ela (Isabella) nascer, briguei com minha sogra, que queria que a Ana Carolina (Oliveira, a mãe da menina) abortasse", afirmou. Em seguida, o pai chorou ao contar quando recebeu a notícia da morte da menina e, pela última vez, ao descrever a menina no necrotério. Passou então a acusar os policiais que investigaram o caso de tentar obrigá-lo a confessar. Afirmou ter sido agredido no 9.º Distrito Policial (DP) e disse que o pai, o advogado Antônio Nardoni, foi vigiado por dois anos. Ao meio-dia, começou o confronto entre o réu e o promotor Francisco José Cembranelli. O acusado passou a responder de forma monossilábica e nervoso. Chegou a ser repreendido pelo juiz Maurício Fossen. Numa dezena de perguntas, Cembranelli ouviu como resposta a frase "não me recordo". Antes de acabar de depor, às 16h20, o pai reafirmou: "Não matei. Jamais fiz isso". A madrasta da menina Isabella, Anna Carolina Jatobá, contradisse o marido em dois pontos durante o interrogatório. A exemplo de Alexandre Nardoni, ela nem esperou o juiz Maurício Fossen ler as acusações para explodir em prantos: "Não excelência, isso é totalmente falso." O segundo interrogatório, que fechou o quarto dia de julgamento, começou às 16h30. Atendendo um pedido do juiz, Anna Jatobá passou a relatar o que ocorrera na noite do crime. Foi nesse momento em que Anna Jatobá contradisse o marido. Alexandre passou ou não a cabeça pelo buraco da tela cortada? Ao depor, o pai disse que não e afirmou que carregava o filho Pietro no colo. A mulher, porém, disse que viu o marido passar a cabeça pela tela com o filho no colo. Em outro ponto de seu depoimento, ela voltou a contradizer o marido. Afirmou que viu quando Alexandre tirou a chave do bolso para abrir a porta do apartamento, quando eles chegaram com os filhos Pietro e Cauã no colo.
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Parangolé comanda a massa em Salvador com seu 'Rebolation'  escrito em segunda 15 fevereiro 2010 20:23

Redação CORREIO | Fotos: Beto Jr/Ego e Daniel Barbosa/CORREIO

O grupo Parangolé sacudiu os foliões em Salvador, neste domingo (14) ao som de 'Rebolation', o hit do carnaval baiano. Léo Santana, apontado como novo affair da funkeira Perlla, comandou a massa.

Puxando o bloco Agito Universitário nesta madrugada, o líder do Parangolé, ‘quebrou tudo’ em cima do trio e levou as mulheres ao delírio. Confira a galeria de imagens da quebradeira!

 

 

FELIZ CARNAVAL A TODOS!

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MEC divulga gabarito oficial e provas do Enem 2009; uma questão foi anulada  escrito em segunda 07 dezembro 2009 14:42

RIO - Inep divulga gabarito do Enem com 'inconsistências'. Instituto, que é subordinado ao MEC, identifica erros nas respostas oficiais e promete liberar versão correta nesta segunda-feira. Uma questão da prova foi anulada oficialmente, que é a pergunta 102 da prova cinza correspondende a 101 das outras provas. Ela apresentava duas possíveis respostas. A questão 93 do caderno rosa e a questão 92 do caderno azul são as mesmas, mas apresentam respostas diferentes. Outro exemplo de inconsistência pode ser visto nos testes 145 da prova amarela e cinza e 147 da prova azul e rosa. As questões são as mesmas, mas a alternativa correta nas duas primeiras seria a "C", e, nas duas últimas, a "A".

As provas foram aplicadas neste fim de semana e eram esperados 4,1 milhões de candidatos. Destes cerca de 2,6 milhões dos fizeram as provas. O índice de abstenção chegou a 37,7% no sábado, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Dados preliminares apontam que 2,9% das pessoas que fizeram a prova no primeiro dia não realizaram o teste neste domingo. Foi a maior abstenção da história do exame. O MEC esperava um índice de 35%.

Clique aqui e confira o gabarito oficial e as provas. Veja também a resolução das questões feitas pelos professores do GPI com a tecnologia do Colégio 24Horas

 

Redação

O tema da redação do Enem 2009, neste ano, foi sobre ética e corrupção. O enunciado era: "O indivíduo frente à ética nacional". Uma gravura do cartunista Millôr Fernandes ilustrava a pergunta "Qual é o efeito em nós do "eles são todos corruptos"? Segundo os primeiros candidatos que deixaram as salas de provas no campus da Uerj, no Maracanã, o exame estava mais fácil que o deste sábado.

" Prefiro que o Mengão seja campeão do que passar no Enem (Douglas Oliveira) "

- Achei as questões de matemática muito tranquilas - diz Douglas Oliveira, 19 anos, que deixou o local de prova correndo para ver o jogo do Flamengo contra o Grêmio, no Maracanã.

- Prefiro que o Mengão seja campeão do que passar no Enem - comenta o estudante.

Candidatos a prova do Enem reclamam do barrulho/Foto: Lauro Neto

 

Clima voltado para o jogo

Neste segundo dia de prova, o clima no campus da Uerj no Maracanã, onde mais de cinco mil candidatos fizeram o exame, está mais voltado para o jogo entre Flamengo e Grêmio, às 17h, pelo Campeonato Brasileiro. Muitos candidatos vestiam a camisa do time rubro-negro e se misturavam aos torcedores que passavam por dentro do estacionamento da universidade, que, neste domingo, foi liberado a veículos, diferentemente do que ocorreu no sábado, primeiro dia de prova. Alguns estudantes flamenguistas, como Amanda Dutra, terminaram a prova mais cedo para assistir ao jogo. Outros candidatos reclamaram do barulho de morteiros e buzinas que podia ser ouvido nas salas de aulas da universidade. (Leia mais: Estudante adventista impedida de fazer o Enem 2009 pretende acionar a Justiça)

- É um absurdo liberar o estacionamento para os torcedores. Foi difícil se concentrar - reclama a vascarina Alana Moura, de 18 anos, que tenta uma vaga para Odontologia.

Atrasados

Apesar do tumulto no entorno do Maracanã, apenas cinco candidatos chegaram atrasados e foram barrados na porta da Uerj. O estudante Benício Carlos da Souza Junior foi um deles.

Benício Carlos da Souza/Foto: Lauro Neto

 

- Fui levar minha namorada ao Maracanã para ver o jogo e, apesar de correr, não consegui chegar a tempo. Fui bem ontem, mas minha chance acabou - diz.

Último dia de prova

Neste domingo, os candidatos fazem a segunda prova do Exame Nacional do Ensino Médio 2009 (Enem). Eles terão cinco horas e meia para fazer as provas de matemática (45 questões) e linguagens, também com 45 questões, além de uma redação. No sábado, foram feitas as provas de ciências da natureza (biologia, química e física) e ciências humanas (geografia e história). Acompanhe a correção do segundo dia de provas feita por uma equipe de professores do GPI, com tecnologia do Colégio 24 Horas.

O primeiro dia da prova foi marcado por confusão em algumas cidades do país . Em São Paulo, estudantes retardatários chegaram a chacoalhar os portões. Em Belo Horizonte também houve tumulto. Em Minas, um portão foi arrombado por um grupo de estudantes atrasados. No Espírito Santo, as provas nas cidades de Brejetuba e Itatiba foram adiadas em função da ocorrência de enchentes. No Rio, um grupo de 43 candidatos que não conseguiram prestar o exame neste sábado devido a problemas na documentação fizeram a prova no domingo graças ao mandado de segurança expedido pela juíza de plantão da 29ª Vara Federal Caroline Medeiros e Silva. Vinte e sete desses estudantes chegaram a registrar uma ocorrência ontem na 15ª DP, na Gávea. (Veja também: Polícia reforça segurança em locais de prova do Enem 2009)

A mãe de um deles, Ana Motta, conta que os estudantes fizeram a prova junto com um segundo grupo, que também obteve um mandado de segurança:

- Eles foram fazer a prova numa sala separada dos outros. É constragedor para eles.

" Fui levar minha namorada ao Maracanã e não consegui chegar a tempo (Beníco Carlos) "

Ao todo, segundo a 29ª vara, foram expedidos três mandados de segurança e uma medida cautelar garantindo que 68 inscritos com identidade fora da validade pudessem prestar o exame.

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, em nota, neste sábado que "a prova foi realizada dentro de absoluta tranquilidade, apenas com registro de ocorrências comuns relativas a alunos que se apresentaram atrasados".

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Fonte:
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Ranking da violência exclui São Paulo e Rio da liderança  escrito em terça 24 novembro 2009 21:38

As duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não são, ao contrário do que supõe o senso comum, os lugares mais violentos para os jovens brasileiros. É o que mostra estudo coordenado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública apresentado hoje em São Paulo, que envolveu os 266 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. No ranking, São Paulo ficou em 192º lugar e, o Rio, na 64º posição. O estudo diagnosticou a exposição de jovens de 12 a 29 anos à violência por meio do Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IJV), desenvolvido em parceria com a Fundação Seade. O IJV mostra que o grau de exposição dessa faixa etária à violência é considerado muito alto em 10 cidades: Itabuna (BA), Marabá (PA), Foz do Iguaçu (PR), Camaçari (BA), Governador Valadares (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Teixeira de Freitas (BA), Linhares (ES) e Serra (ES). Outros 33 municípios tiveram IJV considerado alto. Entre os municípios menos vulneráveis estão São Carlos, São Caetano do Sul e Franca, todos em São Paulo. O ranking das dez piores cidades denota o que os dados gerais do estudo mostram: que embora espalhada por todo o País, a exposição do jovem à violência é maior no Norte e Nordeste. Renato Sérgio de Lima, secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, explicou que isso ocorre porque o índice de vulnerabilidade tem como vários dados socioeconômicos como número de homicídios, escolaridade, acesso ao mercado de trabalho, renda e moradia. "Violência não é só crime, mas também uma série de outros fenômenos, como falta de escola, pobreza, desigualdade, acidente de trânsito. Isso compõe o cenário em que esses jovens vivem", afirmou. Ele explicou, ainda, que a violência é localizada de forma mais aguda no Norte e Nordeste. Porém, como a pesquisa lida com todo o contingente de jovens e não apenas com aqueles que estão diretamente expostos esse porcentual acaba sendo ponderado e distribuído em cidades como Rio e São Paulo. Se grandes cidades como as duas capitais se localizam em uma área "confortável" do índice, o perfil do jovem mais exposto à violência é o mesmo do encontrado em outras pesquisas do tipo: jovem de 19 a 24 anos, homens, negros. "Os mais atingidos pela violência têm um perfil muito claro e isso é muito relevante para a definição de políticas públicas", afirmou Lima. Para o ministro da Justiça Tarso Genro, que participou da apresentação do estudo, a pesquisa derruba determinados mitos, como o de que o Rio de Janeiro tem a situação mais vulnerável. "O Rio tem problemas graves, mas a pior situação está no Nordeste, que tem indicadores sociais baixos, poucos recursos para aplicação em sistemas de segurança pública e poucas políticas preventivas, que agora estão começando com a adesão de dezenas de municípios ao Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania)", afirmou. Genro e Lima consideraram que, embora graves, os dados mostram que a situação não é de caos absoluto. "Podemos vencer a violência e a criminalidade concentrando-nos na juventude e com foco territorial e em determinados setores sociais mais vulneráveis", afirmou Genro. "O estudo revela que temos 43 municípios com alta e muito alta vulnerabilidade, mas, por outro, lado revela que é um problema pode ser enfrentado. Não significa o caos na segurança pública", disse Lima. A pesquisa foi feita em parceria com o Instituto Sou da Paz, do Instituto Latino Americano das Nações Unidas para Prevenção ao Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). O Fórum Brasileiro de Segurança Pública é uma organização não governamental apartidária de suporte à gestão da segurança pública no País. Percepção da violência O Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou junto com a pesquisa sobre vulnerabilidade juvenil, levantamento realizado pelo Datafolha mostrando a percepção da violência entre os jovens de 12 a 29 anos. Dos 5.182 entrevistados em 31 municípios de 13 Estados, 31% admitem ter facilidade para obtenção de armas de fogo além disso, 64% deles estão expostos a algum risco ou história de violência e costuma ver pessoas (não policiais) portando armas. Metade da população entrevistada declara presenciar violência policial, segundo que para 11% deles tal violência é "comum". Cerca de 88% declararam ter visto corpos de pessoas assassinadas e 8% disseram que pessoas próximas foram vítimas de homicídios.

 

 Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22705142

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